É estranho como depois de tanto tempo eu ainda penso em você, já se passaram tantos anos e tudo o que eu mais queria tudo que eu mais quero continua sendo você.
"... Ela está sempre tão dentro dela mesma que qualquer coisa que faça não é nem certa nem errada, é simplesmente o que ela podia fazer." (Caio Fernando Abreu)
quinta-feira, 19 de abril de 2012
O último balbuciar dos sentimentos verdadeiros
É estranho como depois de tanto tempo eu ainda penso em você, já se passaram tantos anos e tudo o que eu mais queria tudo que eu mais quero continua sendo você.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Para o meu amor, quem sabe...
E eu faria tudo exatamente de novo, só para lhe ter ao meu lado ao menos mais uma vez.
Doeu, ainda dói e sempre irá doer, machucar, corroí por dentro como tudo acabou, eu não queria que tivesse sido assim, mas no final tudo não passava de uma utopia.
Sinto falta do seu cheiro, do seu calor, da sua pele, da forma como interagíamos bem, como nos completávamos nas maneiras mais inusitadas, você era o meu oposto e era isso que me encantava, sinto sua falta e muita.
Sinto até falta daquela saudade que realmente apertava o meu peito e me fazia chorar por não poder te ver quando queria, quando tinha vontade, quando precisava do seu abraço para consertar tudo que havia de errado no "meu mundo"
Mas as coisas mudaram, você que antes era tudo o que eu mais queria, tudo que me fez descobrir o que realmente era amar à alguém mudou, e toda aquela concepção que eu tinha de ti caiu ao chão da pior forma que poderia existir.
Você que me levou ao céu, sem a minima dó e piedade me lançou ao inferno mais mórbido.
Fez com que todos os meus sonhos, desejos e sentimentos desaparecessem de uma maneira devastadora, me fez se tornar fria de alma, corpo e principalmente coração...
Mas os dias se passaram e eu tive de começar a reconstruir a minha vida, tive de aprender a conviver com essa minha falta de sentimentos, com essa minha frieza emocional.
Tive de ver eu me entregar a cada homem que passava por mim por alguns dias como se eles fossem os últimos, como se em um deles eu fosse encontrar você e sabe de uma coisa? encontrei, não você inteiro, mas sim você pelas pontas, pelos detalhes, pelo avesso.
Uns me lembravam nossas conversas, o seu cheiro... Outros me lembrava a ânsia que eu tinha em lhe ver, o nosso vício, a vontade de fazer amor que no final das contas era apenas vulgarmente falando sexo. E sabe o que eles tinham em comum?! Nenhum era realmente o que mostrava ser a primeira vista, nenhum me merecia de verdade, assim como você que apenas me tinha como o seu "brinquedinho de luxo" e me fazia de gato e sapato a hora que queria, quando bem entendesse...
Mas isso já não me afetava, pois era o mesmo que eu estava fazendo com eles, os usando para no final das contas tentar te encontrar...
A última vez que lhe vi não sabia como agir, meu coração disparou, minhas mãos suavam, tive medo de gaguejar, mas graças a você aprendi a ser forte e indiferente.
Hoje estou tentando me reencontrar, tentando achar onde coloquei os meus sentimentos, reajuntando os cacos que você fez do meu coração..
Por mais que você tenha invadido meus pensamentos mais uma vez, sinceramente espero que seja a última.
Um dia me disseram que amor a gente só tem um para toda vida, e que o resto são meras paixões, são apenas aprendizado, convivência... Eu sei que você não vai mais entrar novamente em minha vida, sei o quanto me doeu para te tirar do meu caminho, para não voltar atrás correndo para você, sei também que você é, foi e sempre será o grande amor da minha vida.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Se era amor
Achei que era amor, mas não... Nunca foi.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Só você.
Você mefaz um bem extraordinário, estar na sua companhia é a melhor coisa que pode me ocorrer. Em você eu encontro tudo, literalmente tudo que eu necessito.
Você me transmite segurança, me transmite paz, e o melhor de tudo: amor!
Cada segundo que passo ao seu lado é mágico.
A gente se pertence, a gente se completa, a gente se entende.
Ainda bem que você voltou meu anjoo *--*
sexta-feira, 22 de abril de 2011
forever and ever?

Não vou dizer que acordei mais feliz, mas você me surpreendeu quando apareceu hoje de manhã aqui em casa com uma rosa em mãos, todo sorridente, e eu ali na sua frente toda descabelada, com cara de sono e de pijama sem saber literalmente o que fazer.
Você apenas me abraçou, me deu um beijo na testa, me desejou bom dia e se foi. Confesso que na hora não compreendi, mas a sua mensagem me fez compreender tudo.
Queria poder ter lhe visto mais hoje. Acho que te procurei em todos os lugares que eu fui, sua mãe me deu no mínimo uns dez “ois” hoje, de tanto que passei em frente a sua casa.
Nossa esse blog está mais para um diário do que blog, mas se é assim, escrevendo dessa forma incoerente que sei descrever o que estou sentindo, então ok, eu me rendo.
E combinemos assim, os textos são meus, o blog e meu e eu relato os desvaneios que estão ocorrendo em minha vida da maneira que eu quiser.
- obrigada pela flor, pelas lindas palavras e por tudo que esta fazendo por mim, obrigada por não me deixar sentir medo e tentar me entregar.
Só você me entende.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Só você entende

Suas mãos tamparam os meus olhos, apenas ficou no ar o estalo de seu beijo em minha nuca.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Despertar-se ei.
Desperta-rá. Alguém estava batendo na porta do quarto descompassadamente, mas não quis se levantar para abri-la.
Virou para o lado e se deparou com ele.
Ah... Como ela poderia estar assim tão perdidamente apaixonada por ele?!
Tocou o seu rosto, ela se sentia nas nuvens por tê-lo ali, ao seu lado.
Passou a mão por debaixo do travesseiro a procura de seu celular, já era tarde, ela tinha de ir, mas o seu coração ansiava por poder ficar ali, ao lado dele por apenas mais alguns minutos.
Mas não, não podia seguir o seu coração, tinha de ir, afinal lá fora o mundo ansiava por sua volta.
O olhou atentamente mais uma vez antes de acorda-lo, mas agora realmente tinha de ir e o chamou. Ele despertou de seu sono profundo, a olhou e sorriu.
Os dois se arrumaram rapidamente e partiram.
Ele a deixou em sua casa.
Alguns dias haviam se passado desde o último encontro de ambos, mas o contato ainda não havia sido perdido.
Longas ligações, muitas mensagens trocas e a saudade, a vontade só aumentava.
Tudo estava dentro do normal, tudo ia perfeitamente bem, até que um dia a separação se fez irrevogável.
Tudo ficou completamente obscuro, como podia não mais estar ao lado dele?
Essa era a pergunta que mais ecoava em sua mente.
Mas a vida continuava, ela tinha de continuar, tinha de se reerguer.
Os dias foram se passando e ocorreu o tão ansiado reencontro.
Ao vê-lo o efeito foi imediato... Seu coração disparou, suas mãos suaram, seu corpo estremeceu, ficou completamente descompassada. Ela sabia que ao menos um rélis "oi" deveria lhe dar, mas como fazer isso se ela não estava nenhum pouco preparada para esse reencontro?
Andava de um lado para o outro, enfim tomou coragem para falar com ele, mas não, ele já não era mais o mesmo.
Sufocou o seu desejo o máximo que pode, mas não aguentou, sucumbiu-se a ele pura e intensamente.
Erro? Talvez, mas que aquela noite marcou a história dos dois com toda certeza marcou.
Os dias se passaram e cada vez mais frágil foi se tornando a relação de ambos.
Alguns resquícios do que haviam vidos é o que preservava o que ela sente por ele.
Mas esse sentimento conturbado continua o mesmo, não aumentara e muito menos diminuira.
Há algumas coisas que ela não tem coragem de deletar de sua vida.
Toda noite segue seu ritual, como se fosse um mantra sagrado, lê e re-lê as coisas que mais a marcaram.
[...] Não mais poderia toca-lá ao acordar, mas lamentava muito mais do que a falta de contato físico. Apesar de todas as suas expectativas, tinha se apaixonado. Um amor tumultuado inundava-lhe a mente, o corpo e o espírito. Para ele, ela havia se toranado tão espial quanto o ar. "Havia", refletiu deprimido, porém continuava a respirar, ninguém morria de amor.
[...] Ele desejava fazer algo por ela além de oferecer-lhe apenas uma despedida formal. Ela era uma criatura rara e preciosa. Sentia a necessidade de protege-la e talvez nisso resguardasse a lembrança da convivência de ambos.
[...] Ele chegará a desejar que ela não tivesse sido tão franca. Ele poderia então, agarrar-se a esperança irreal de voltar a encontra-lá e não se desesperar tanto com a separação irrevogável. Porém ela fora incisiva na despedida. A tristeza por saber que não mais a veria refletia-se em seu semblante naquele momento.
E assim os dias vão passando, ela em uma cidade e ele em outra. Talvez até seja melhor assim.
No momento ela só tem um único desejo... Poder ter mais uma noite ao seu lado, dormir em seus braços, sentir a segurança que ele a transmite, mas não, não quer acordar com pressa. Quer despertar, olhar no fundo dos olhos dele e lhe dizer para ao menos uma vez esquecer o mundo que lhes cerca.
E quer sim talvez poder fazer do final de ambos o final que ele lhe contou...
[...] Ao contrário do mundo deficiente além das janelas, eles haviam encontrado, nos braços um do outro, o amor perfeito, o abrigo seguro, a bem-aventurança.
Por: Maiara Cristina Blatt.
*Menções de: R.H.E.


